Após assistir a peça de Monica Martelli, começei a escrever sobre ELES... essa introdução é o resumo da história escrita por Mônica, e senti como se estivesse escrito para mim, porque nunca certos nomes foram tao bem encaixados. Fernanda, a solteira procurando o grande amor, que é a personagem principal interpretada por ela e durante a peça aparecem outros personagens, inclusive Juliana, a irmã de Fernanda, casada e feliz. E o que o futuro me reserva afinal?? Nas próximas publicações trarei algumas respostas que ELES devem saber...
Os Homens são de Marte... E é pra lá que eu vou trata do grande dilema vivido pelas mulheres solteiras: a
busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é, ou será protagonista desta história de aventuras,
encontros, desencontros, solidões, equívocos, adrenalinas, ilusões, alegrias, dúvidas.
A peça faz uma crítica ao comportamento e a certos valores da sociedade, é uma visão bem-humorada
desta mulher do terceiro milênio: independente, bem sucedida e com dificuldades de encontrar um homem
que saiba compartilhar esta liberdade. No mundo todo, livros, seriados, filmes e peças que tratam do tema
fazem grande sucesso de público e crítica.
Os Homens são de Marte... e é para lá que eu vou conta a história de Fernanda, 35 anos, solteira, jornalista
formada, mas trabalha com eventos, organiza festas de casamento.
Fernanda está em busca do amor e se envolve tão intensamente com os vários tipos de homens que chega
a ficar muito parecida com cada um deles, independente do tipo físico, da condição social, racial ou
econômico. Cada homem que ela encontra pode ser seu grande amor, quem sabe? Fernanda se envolve
com um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay. O tempo que ela gasta com os
homens daria para ter dado uma volta ao mundo e ainda ter estudado a história de todas as civilizações. A
vida para ela sem um amor é uma vida em preto e branco.
Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado, mas para quem está solteiro
não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final, só não sabe como.
De uma forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente, a peça fala do
amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir
das suas próprias desgraças.
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